quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Jogo-treino contra o Felgueiras 1932


Em jogo treino disputado, esta tarde, no estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, frente ao Felgueiras 1932, saldou-se numa vitória, por 2-1 (Alan Schons e Patrick marcaram para o Moreirense FC).

O Felgueiras 1932 marcou primeiro mas o Moreirense FC acabaria por dar a volta ao marcador frente à formação do CNS.

O Moreirense FC volta ao trabalho amanhã, pelas 17 horas.

Moreirense: Boateng operado ao joelho esta quarta-feira


O extremo ganês Emmanuel Boateng, que no defeso trocou o Rio Ave pelo Moreirense, vai ser esta quarta-feira operado ao joelho, depois de ter sofrido um traumatismo no jogo com o Benfica, a contar para terceira jornada da Liga. 

Lançado por Miguel Leal ao minuto 70, o jogador de 19 anos sofreu uma pancada, pelo que vai ser sujeito a uma pequena intervenção cirúrgica pelo cirurgião Dr. João Lourenço. Boateng estará fora dos relvados entre duas a três semanas. 

Para além do Boateng, no boletim clínico dos cónegos constam ainda João Vieira, Nilson, Pedro Coronas e André Marques. Nilson e Pedro Coronas estão a recuperar as devidas lesões musculares, enquanto que André Marques e João Vieira recuperam das intervenções cirúrgicas a que foram alvo. André Marques está na fase final da recuperação.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

BATTAGLIA É REFORÇO


O Moreirense Futebol Clube, Futebol SAD chegou a acordo com o médio Rodrigo Battaglia, cedido até ao final da temporada pelo SC Braga.            Formado no Huracan, de onde seguiu para o Racing Club de Avellaneda, Rodrigo Battaglia, médio de 1,87 metros de estatura foi um dos jogadores revelação no Mundial de Sub-20 (Colômbia' 2011) tendo sido internacional argentino por 12 vezes nesse escalão.Battaglia regressa a uma casa onde foi feliz. Na época passada, realizou 32 jogos com a camisola dos Cónegos tendo apontado 3 golos, também emprestado pelo SC Braga.O Moreirense FC tem, a partir de hoje, mais uma opção para o meio campo.

sábado, 29 de agosto de 2015

Benfica-Moreirense, 3-2 (destaques)


Vítor Gomes: é o cérebro do meio-campo do Moreirense. Com Filipe Gonçalves e Palhinha destinados a tarefas muito defensivas, também cumpriu defensivamente. Foi ele, também, quem ligou os setores da equipa minhota e o responsável por algumas recuperações de bola que colocaram o setor mais recuado do Benfica em apuros. Metade do primeiro golo da equipa de Miguel Leal é dele, ao esperar até ao limite para servir Rafael Martins com um passe delicioso.
 
Rafael Martins: que melhor elogio pode fazer-se a um ponta-de-lança que dizer-lhe que «tem golo»? No jogo que marcou o seu regresso ao futebol português, este ponta-de-lança brasileiro deu muitas dores de cabeça aos encarnados, principalmente na primeira parte. Aos cinco minutos, fugiu a Lisandro e com o remate cruzado deixou o primeiro aviso. Concretizou a ameaça aos 29’, com uma excelente finalização depois de fugir nas costas da defesa do Benfica.

in "http://www.maisfutebol.iol.pt/liga/gaitan/benfica-moreirense-3-2-destaques"

Benfica-Moreirense, 3-2 (crónica)


Os treinadores costumam dizer que é sempre mais fácil trabalhar em cima de triunfos, e Rui Vitória até pode aproveitar agora a pausa na Liga (jogam as seleções), mas o jogo com o Moreirense voltou a mostrar que o treinador do Benfica tem muito trabalho pela frente.
 
Os bicampeões nacionais venceram, mas os adeptos não regressam a casa muito mais confiantes. Foi um triunfo sustentado no orgulho ferido, na crença, mas com pouca solidez exibicional. Ter um coração grande é sempre uma virtude, e foi isso que levou a equipa do Benfica até ao triunfo, mas isso nem sempre vai chegar.
 
O Benfica foi uma equipa com poucas ideias. Precipitada no passe, sobretudo quando procurava jogar pelo corredor central, e pouco perigosa no jogo exterior. É verdade que dois dos golos resultam de cruzamentos para a área, mas ao fim de quantas tentativas, quase todas ineficazes?
 
O Moreirense esteve perto de conseguir um resultado positivo na Luz, e teve muito mérito na forma como se organizou defensivamente, mas faltou-lhe um pouco mais de acutilância a explorar o contra-ataque, e na parte final do encontro foi incapaz de responder ao «poder de fogo» que o Benfica colocou na frente. Em todo o caso a integração dos reforços Rafael Martins, Iuri Medeiros e João Palhinha deixam antever melhorias para breve na equipa de Miguel Leal.
 
O preço das transições defensivas, uma vez mais
 
Mais uma vez o Benfica entrou no jogo sem intensidade, sem conseguir intimidar o adversário. Fez o primeiro remate apenas aos 15 minutos, por intermédio de Victor Andrade, a surpresa por Rui Vitória para este jogo.
 
Mas por essa altura já o Moreirense tinha rematado duas vezes, por intermédio de dois reforços que entraram diretamente para o «onze»: Rafael Martins e Iuri Medeiros. Júlio César resolveu os lances com relativa facilidade (5 e 14m).
 
O Moreirense não conseguiu sair tantas vezes em contra-ataque quanto o Estoril ou o Arouca, os anteriores adversários do Benfica na Liga, mas ainda assim as carências da equipa de Rui Vitória nas transições defensivas ficaram bem patentes ao minuto 29, quando surgiu o golo da equipa visitante.
 
Lisandro cortou um lance de cabeça para a zona central e Vítor Gomes percebeu que (estranhamente) tinha via aberta para a área benfiquista. Depois o médio português soltou a bola no momento certo para Rafael Martins, que rematou cruzado.
 
Pouco antes tinha surgido uma bicicleta de Gaitán a arrancar aplausos na Luz (22m), mas o golo sofrido soltou o descontentamento que a exibição já estava a gerar. Esforçado, ainda que nem sempre esclarecido, Victor Andrade foi o protagonista de mais duas oportunidades antes do intervalo, mas tirou mal às medidas à baliza em ambas (32 e 45m).
 
Pelo meio a melhor ocasião no primeiro tempo, com uma combinação entre Pizzi e Jonas que (depois de um desvio) deixou o brasileiro solto na área, mas o remate saiu ao lado quando o público já gritava (38m).
 
A influência de um lateral esquerdo chamado...Gaitán
 
Rui Vitória decidiu fazer uma dupla substituição logo ao intervalo, lançando Talisca e Gonçalo Guedes para os lugares de Pizzi e Victor Andrade, dois dos elementos mais inconformados na primeira parte.
 
O Benfica melhorou, é certo, mas foi uma reação mais sustentada no orgulho e na  entrega do que propriamente assente em bases sólidas do ponto de vista tático e estratégico.
 
Mitroglou apareceu finalmente no jogo, e obrigou Stefanovic a defesa apertada ao minuto 57, para pouco depois chegar ligeiramente atrasado a um cruzamento rasteiro de Eliseu (65m).
 
O Benfica conseguia finalmente encostar o adversário às cordas, e as oportunidades sucediam-se. Jonas atirou por cima quando estava completamente solto na marca de penálti (68m) e Mitroglou viu Stefanovic desviar o seu remate para a barra, logo a seguir (69m).
 
A bola não entrava e Rui Vitória voltava a lançar o trunfo final que já tinha experimentado em Aveiro: prescindiu de Eliseu e juntou Raúl Jiménez a Jonas e Mitroglou. Desta vez resultou, já que o mexicano fez o empate na primeira vez que tocou na bola, desviando de cabeça um cruzamento de Gaitán (75m).
 
Na jogada seguinte o Benfica deu a volta ao marcador, com uma combinação grega a proporcionar o golo a Samaris, que rematou forte de fora da área após passe atrasado de Mitroglou.
 
O pior parecia feito, no que diz respeito ao Benfica, mas a seis minutos do fim o Moreirense restabeleceu a igualdade. Um lançamento lateral deixou a defesa encarnada a tremer, mas Ramon Cardozo sai de posição irregular para marcar.
 
A Luz voltava a gelar, mas dois minutos depois o Benfica voltou a marcar. Gaitán, que acabou o jogo a lateral esquerdo, tirou novo cruzamento venenoso da esquerda e Jonas apareceu na área a finalizar de pé esquerdo. Em vez de sorrir o avançado brasileiro respirou fundo. Por aí se percebe o sofrimento que foi para o Benfica. Desta vez com um desfecho positivo.

in "http://www.maisfutebol.iol.pt/liga/raul-jimenez/benfica-moreirense-3-2-cronica"

Vítor Gomes: «Caudal ofensivo do Benfica foi criando mossa»


Vítor Gomes, médio do Moreirense, comentou, desta forma, o derrota diante do Benfica(2-3), referente à terceira jornada da Liga Portuguesa, em declarações à BTV:

«Foi o melhor jogo do Moreirense, sem dúvida. Vínhamos de duas derrotas, o que não abonava muito a nosso favor, mas viemos ao Estádio da Luz jogar desta maneira, defendemos bem e com esta atitude vamos garantir a permanência. Depois há outros fatores que nos vão empurrando para trás».

«Da forma como jogamos, compactos, sempre a oscilar, o caudal ofensivo do Benfica foi criando mossa e fomos dando mais espaço».

in "http://www.maisfutebol.iol.pt/liga/moreirense/vitor-gomes-caudal-ofensivo-do-benfica-foi-criando-mossa"

Miguel Leal: «Vamos fazer um excelente campeonato»


Miguel Leal, treinador do Moreirense, em declarações à BTV, depois da derrota com o Benfica:

«Esta equipa está em crescendo, com muita gente a entrar. Estamos a construir uma ideia, e hoje estivemos mais próximos dessa ideia. Face à entrega e dedicação dos jogadores, só tenho de estar feliz, fizeram tudo o que lhes pedi, embora tenhamos acabado por perder num lance em que revelámos inexperiência: ficámos a reclamar falta e o Benfica fez 3-2. Estamos focados nos nossos objetivos, estou confiante de que vamos fazer um bom campeonato, com muita gente jovem a crescer. Mas há momentos de jogo em que isso se paga caro.»

Comentando o rendimento das opções jovens da equipa:
«Rafael, Iuri, Palhinha, Ernesto, são jovens de 18/19 anos, com qualidade, e é lógico que cometam um ou outro erro, mas a equipa vai adaptar-se a isso. Estou confiante de que vou fazer um excelente campeonato. Esta paragem é muito importante, espero que até ao fecho do mercado ainda entre mais alguém, para encararmos o resto do campeonato com mais serenidade e confiança»

in "http://www.maisfutebol.iol.pt/benfica/moreirense/miguel-leal-vamos-fazer-um-excelente-campeonato"