domingo, 3 de março de 2013

Marítimo-Moreirense, 1-1 (destaques)


A figura: Rafael Miranda
Embora não esteja ligado a nenhum dos momentos decisivos, leia-se golos, foi um elemento preponderante na manobra insular, quer na recuperação de bola quer ao dar soluções quando a equipa estava em posse. Mantém sempre o ritmo elevado durante os 90 minutos e funciona como uma espécie de farol da equipa. Um verdadeiro líder dentro de campo.

O momento: dois golos no espaço de um minuto
Foi, de facto, o momento mais importante do jogo. Começou com o golo do Moreirense, num remate de meia distância de Filipe Gonçalves, e terminou com um desvio oportuno de Kukula, no coração da área, estabelecendo a igualdade com que terminou o encontro.

Outros destaques:

Kukula
O extremo caboverdiano foi a segunda arma que Pedro Martins lançou do banco de suplentes e a aposta resultou em pleno, uma vez que, pouco depois de entrar em campo, assinou o golo da igualdade. Ainda dispôs de mais uma oportunidade para colocar o Marítimo na frente do marcador, mas não foi tão eficaz como da primeira vez. Agitou, definitivamente, com o jogo.

Filipe Gonçalves
Embora o golo que assinou tenha sido importante, na medida em que valeu um importante ponto para a sua equipa, o que o distinguiu dos restantes colegas foi a capacidade de comer os espaços à frente da área, roubando dinâmica ao meio campo insular. Conciliou a inspiração e com a transpiração que fez dele o melhor da sua equipa.

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