domingo, 22 de março de 2015

Moreirense vs Marítimo - Análise

Boa primeira parte do Moreirense, a equipa dominou e jogou melhor. O Marítimo vinha com objetivos bem definidos, os insulares queriam ganhar e as coisas não estavam a correr bem e que levou ao seu treinador a fazer duas alterações ainda no primeiro tempo. Os homens da casa, criaram muito perigo principalmente através das investidas de Battaglia e de Arsénio. Há um penalty clarissímo que não é assinalado sobre Battaglia num lance em que já se preparava para assistir com um passe atrasado. A superioridadr do Moreirense resultou em golo, embora tivesse sido através de uma bola parada. Livre lateral batido por João Pedro e solto de marcação André Simões nas alturas cabeceia subtilmente fazendo a bola passar por cima de Salin fazendo assim o primeiro golo da partida. O golo tranquilizou ainda mais a equipa e isso permitiu fazer uma gestão a um ritmo algo lento da partida.

A segunda parte começa com mais um espetáculo arbitral, Paulinho corta a jogada, ganha a posição e é abalroado pelas costas, mas o equipado de amarelo fez vista grossa e deu canto para o Marítimo. Do canto nasceu o golo, num lance em que a bola era do Moreirense. A equipa da casa durante alguns minutos sentiu o golo e intranquilizou-se um pouco, mas depois estabilizou. Bolívia claramente com um ritmo de jogo baixo estava abaixo daquilo que pode e deve render. Gerso entrou para o seu lugar e como esperado agitou o jogo. Num lance de Gerso, que fez um cruzamento com conta peso e medida, para João Pedro que sem marcação remata muito torto. Dá a sensação que o capitão tinha tempo de parar a bola e depois rematar. Pouco depois mais um lance impossível em que Mota, o árbitro, que nada ia assinalar, mas depois da pressão do banco do Marítimo, cedeu, cedeu e marcou um livre indireto dentro de área, agora resta saber porquê, porque ninguém viu um atraso para o guarda-redes, mas Mota, o árbitro, tremeu, tremeu como muitos outros árbitros que por cá passaram. E essa tremideira tem-nos custado muitos pontos, somos constantememte alvos de roubos. Como quem rouba são os ladrões, lamentamos informar esse ladrões que viemos para ficar e vão ter de continuar a tentar, porque não têm conseguido nos empurrar para baixo. Edgar Costa que em Moreira se arrastava pelo campo, neste jogo até relva comeu, não tinha nada a provar, nós é que temos a dizer que ele não fez falta e nem demos pela sua falta a época passada.

Resultado que acaba por ser justo, mas se o árbitro também fosse justo o resultado era a vitória do Moreirense e não o empate.